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	<title>GEAU - Grupo de Alunos de Engenharia Ambiental e Urbana da UFABC</title>
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		<title>Os Benefícios do Transporte Público</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 13:01:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vale a pena conferir! Este é um vídeo amador baseado em dados reais sobre mobilidade urbana. São analisados os efeitos negativos do estímulo à indústria automobilística e feitas proposições de políticas para incentivar o transporte público. Assistam e ajudem a divulgá-lo! Muito simples de entender e importante ferramente para utilizarmos na conscientização da população]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena conferir!</p>
<p>Este é um vídeo amador baseado em dados reais sobre mobilidade urbana. São  analisados os efeitos negativos do estímulo à indústria automobilística e  feitas proposições de políticas para incentivar o transporte público.</p>
<p>Assistam e ajudem a divulgá-lo! Muito simples de entender e importante ferramente para utilizarmos na conscientização da população.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ua_FJv0R22c" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/Ua_FJv0R22c"></embed></object></p>
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		<title>Site UniCaronas &#8211; O Portal da Carona Universitária</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoal, recebemos um email do site UniCaronas pedindo nossa colaboração na divulgação de sua iniciativa. A idéia é muito interessante e com certeza será de proveito para muitos alunos! Acessem e confiram: UniCaronas (www.unicaronas.com.br). Segue abaixo texto que nos foi encaminhado: &#8220;(&#8230;) é um portal GRATUITO de carona para universitários e seu ciclo de amizades. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, recebemos um email do site UniCaronas pedindo nossa colaboração na divulgação de sua iniciativa.<a href="http://geau.ufabc.net/wp-content/uploads/2010/08/logo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-259" title="logo UniCaronas" src="http://geau.ufabc.net/wp-content/uploads/2010/08/logo.png" alt="" width="340" height="114" /></a></p>
<p>A idéia é muito interessante e com certeza será de proveito para muitos alunos! Acessem e confiram: UniCaronas (<a href="http://www.unicaronas.com.br/" target="_blank">www.unicaronas.com.br</a>).<br />
<br />
Segue abaixo texto que nos foi encaminhado:</p>
<blockquote><p>&#8220;(&#8230;) é um portal GRATUITO de carona para universitários e seu ciclo de amizades. Nosso site existe desde Abril de 2007 e possui 10 mil usuários, compartilhando caronas por vários locais de SP!</p>
<p>A idéia do nosso site é ser o meio de transporte dos universitários entre suas cidades de estudo e natal. Para o universitário se cadastrar, ele necessita de um email acadêmico para poder confirmar que tem vinculo com a instituição de ensino (Ufabc/Unesp/USP/Unicamp/Ufscar/Unifesp). Dessa maneira, nosso site é totalmente seguro, evitando que pessoas más intencionadas tirem proveito da boa vontade dos outros.&#8221;</p></blockquote>
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		<title>IFHP 2010 – Congresso Mundial em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 17:23:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ocorrerá, entre os dias 14 e 17 de novembro de 2010, o 54º World Congress 2010 Porto Alegre &#8211; Construindo Comunidades para as Cidades do Futuro. Acessem o site: www.ifhp2010portoalegre.com.br Os interessados, fiquem no aguardo, pois em breve iremos organizar turma para requisitar ônibus da ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ocorrerá, entre os dias 14 e 17 de novembro de 2010, o 54º World Congress 2010 Porto Alegre &#8211; Construindo Comunidades para as Cidades do Futuro.</p>
<p>Acessem o site: <a href="http://www.ifhp2010portoalegre.com.br">www.ifhp2010portoalegre.com.br</a></p>
<p>Os interessados, fiquem no aguardo, pois em breve iremos organizar turma para requisitar ônibus da UFABC.</p>
<div id="attachment_253" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://geau.ufabc.net/wp-content/uploads/2010/08/IFHP_2010.jpg"><img class="size-full wp-image-253 " title="IFHP 2010" src="http://geau.ufabc.net/wp-content/uploads/2010/08/IFHP_2010.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">IFHP 2010, Porto Alegre</p></div>
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		<title>Orientação para Oferta de Disciplinas da EAU – 3º quadrimestre</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 16:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na próxima segunda-feira, dia 02 de agosto, os professores da Engenharia Ambiental e Urbana orientarão a todos sobre a oferta de disciplinas para o próximo quadrimestre. A reunião ocorrerá em dois horários (para facilitar o atendimento do diurno e noturno), conforme abaixo. Participem! LOCAL: Sala 408 &#8211; Bloco B DIA: 02 de agosto (segunda-feira) HORÁRIOS: ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima segunda-feira, dia 02 de agosto, os professores da Engenharia Ambiental e Urbana orientarão a todos sobre a oferta de disciplinas para o próximo quadrimestre. A reunião ocorrerá em dois horários (para facilitar o atendimento do diurno e noturno), conforme abaixo. Participem!</p>
<p><strong>LOCAL:</strong> Sala 408 &#8211; Bloco B<br />
<strong>DIA:</strong> 02 de agosto (segunda-feira)<br />
<strong>HORÁRIOS:</strong> das 13h00 às 14h00 ou  das 18h00 às 19h00</p>
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		<title>Indignação da Comunidade Científica: Revisão do Código Florestal</title>
		<link>http://geau.ufabc.net/posts/indignacao-da-comunidade-cientifica/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 14:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Revisão sem sustentação científica Disponível em: &#60;http://www.agencia.fapesp.br/materia/12481/revisao-sem-sustentacao-cientifica.htm&#62; 19/7/2010 Por Fábio de Castro Agência FAPESP – A revisão do Código Florestal brasileiro, em votação no Congresso Nacional, está provocando sérias preocupações na comunidade científica e suscitando diversas manifestações no Brasil e no exterior. Com uma possível aprovação do relatório que propõe mudanças na legislação ambiental, o ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Revisão sem sustentação científica</h3>
<p>Disponível em: &lt;http://www.agencia.fapesp.br/materia/12481/revisao-sem-sustentacao-cientifica.htm&gt;</p>
<p>19/7/2010</p>
<p><strong>Por Fábio de Castro</strong></p>
<p><strong>Agência FAPESP</strong> – A revisão do Código Florestal brasileiro, em  votação no Congresso Nacional, está provocando sérias preocupações na  comunidade científica e suscitando diversas manifestações no Brasil e no  exterior.</p>
<p>Com uma possível aprovação do relatório que propõe mudanças na  legislação ambiental, o Brasil estaria “arriscado a sofrer seu mais  grave retrocesso ambiental em meio século, com consequências críticas e  irreversíveis que irão além das fronteiras do país”, segundo <a href="http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/329/5989/276-b?sa_campaign=Email/toc/16-July-2010/10.1126/science.329.5989.276-b" target="_blank"><strong>carta  redigida por pesquisadores ligados ao Programa Biota-FAPESP</strong></a> e  publicada na sexta-feira (16/7), na revista <em>Science</em>.</p>
<p>O texto é assinado por Jean Paul Metzger, do Instituto de Biociências  da Universidade de São Paulo (USP), Thomas Lewinsohn, do Departamento  de Biologia Animal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp),  Luciano Verdade e Luiz Antonio Martinelli, do Centro de Energia Nuclear  na Agricultura (Cena), da USP, Ricardo Ribeiro Rodrigues, do  Departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agricultura  Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, e Carlos Alfredo Joly, do Instituto de  Biologia da Unicamp.</p>
<p>As novas regras, segundo eles, reduzirão a restauração obrigatória de  vegetação nativa ilegalmente desmatada desde 1965. Com isso, “as  emissões de dióxido de carbono poderão aumentar substancialmente” e, a  partir de simples análises da relação espécies-área, é possível prever  “a extinção de mais de 100 mil espécies, uma perda massiva que  invalidará qualquer comprometimento com a conservação da  biodiversidade”.</p>
<p>A comunidade científica, de acordo com o texto, foi “amplamente  ignorada durante a elaboração” do relatório de revisão do Código  Florestal. A mesma crítica foi apresentada <a href="http://www.sbpcnet.org.br/site/arquivos/arquivo_270.doc" target="_blank"><strong>em  carta enviada por duas das principais instituições científicas do país</strong></a>,  no dia 25 de junho, à Comissão Especial do Código Florestal Brasileiro  na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Assinada por Jacob Palis e Marco Antonio Raupp, respectivamente  presidentes da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade  Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC), a carta defende que o  Código Florestal, embora passível de aperfeiçoamentos, é a “peça  fundamental de uma legislação ambiental reconhecida com uma das mais  modernas do mundo”.</p>
<p>A reformulação do código, segundo o texto, baseia-se na “premissa  errônea de que não há mais área disponível para expansão da agricultura  brasileira” e “não foi feita sob a égide de uma sólida base científica,  pelo contrário, a maioria da comunidade científica não foi sequer  consultada e a reformulação foi pautada muito mais em interesses  unilaterais de determinados setores econômicos”.</p>
<p>Entre as consequências de uma aprovação da proposta de reformulação, a  carta menciona um “aumento considerável na substituição de áreas  naturais por áreas agrícolas em locais extremamente sensíveis”, a  “aceleração da ocupação de áreas de risco em inúmeras cidades  brasileiras”, o estímulo à “impunidade devido a ampla anistia proposta  àqueles que cometeram crimes ambientais até passado recente”, um  “decréscimo acentuado da biodiversidade, o aumento das emissões de  carbono para a atmosfera” e o “aumento das perdas de solo por erosão com  consequente assoreamento de corpos hídricos”.</p>
<p>No dia 16 de junho, as lideranças da Câmara dos Deputados também  receberam <a href="http://www.brasilianasorg.com.br/blog/gustavo-belic-cherubine/aziz-nacib-ab%E2%80%99saber-e-o-codigo-florestal" target="_blank"><strong>carta  do geógrafo e ambientalista Aziz Nacib Ab’Sáber</strong></a> – professor  emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e  pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP –, que fez  duras críticas ao relatório de reformulação da legislação.</p>
<p>Reconhecido como um dos principais conhecedores do bioma amazônico,  Ab’Sáber defendeu que, “se houvesse um movimento para aprimorar o atual  Código Florestal, teria que envolver o sentido mais amplo de um Código  de Biodiversidades, levando em conta o complexo mosaico vegetacional de  nosso território”. Segundo o geógrafo, a proposta foi apresentada  anteriormente ao Governo Federal, mas a resposta era de que se tratava  de “uma ideia boa mas complexa e inoportuna”.</p>
<p>No documento, Ab’Sáber afirma que “as novas exigências do Código  Florestal proposto têm um caráter de liberação excessiva e abusiva”.  Segundo ele, “enquanto o mundo inteiro repugna para a diminuição radical  de emissão de CO2, o projeto de reforma proposto na Câmara Federal de  revisão do Código Florestal defende um processo que significará uma onda  de desmatamento e emissões incontroláveis de gás carbônico”.</p>
<p><strong>Mudanças para pior</strong></p>
<p>De acordo com Joly, que é coordenador do Biota-FAPESP, caso a  reformulação seja aprovada, o Código Florestal mudará para pior em  vários aspectos. “Essas manifestações da comunidade científica vão  continuar, porque a situação é muito grave. Se essas mudanças forem  aprovadas teremos um retrocesso de meio século na nossa legislação  ambiental, com consequências profundamente negativas em diversas  dimensões”, disse à <strong>Agência FAPESP</strong>.</p>
<p>Segundo ele, as mudanças terão impacto negativo sobre a conformação  das Áreas de Proteção Permanente (APP) e Reservas Legais (RL) e sobre o  funcionamento da regularização de propriedades em situação ilegal.  Atualmente, explica, os proprietários que não possuem RL ou APPs  preservadas estão sujeitos a multas caso se recusem a recuperar as áreas  degradadas, ou quando realizarem desmatamento ilegal. Nessas condições,  podem até mesmo ter sua produção embargada.</p>
<p>“Mas se a proposta de mudança for aprovada, os Estados terão cinco  anos, após a aprovação da lei, para criar programas de regularização.  Nesse período ninguém poderá ser multado e as multas já aplicadas serão  suspensas. Aqueles que aderirem à regularização poderão ser dispensados  definitivamente do pagamento de multas. Ficarão livres também da  obrigação de recuperar as áreas ilegalmente desmatadas”, explicou.</p>
<p>Em relação às APPs, a legislação atual protege no mínimo 30 metros de  extensão a partir das margens de rios, encostas íngremes, topos de  morros e restingas. Quem desmatou é obrigado a recompor as matas.</p>
<p>Se a nova proposta for aprovada, a faixa mínima de proteção nas  beiras de rios será reduzida a 15 metros. Topos de morro e áreas acima  de 1.800 metros deixam de ser protegidas. As demais áreas, mesmo  formalmente protegidas, poderão ser ocupadas por plantações, pastagens  ou construções, caso tenham sido desmatadas até 2008 e forem  consideradas “áreas consolidadas”.</p>
<p>“As principais candidatas a se tornar áreas consolidadas são  justamente as áreas irregularmente ocupadas, que sofrem com enchentes,  deslizamentos, assoreamento e seca de rios. Como não haverá recuperação e  as ocupações permanecerão, essas áreas serão condenadas a conviver  eternamente com esses problemas, perpetuando tragédias como as de Angra  dos Reis, do Vale do Itajaí e Alagoas”, disse Joly.</p>
<p>No que diz respeito à RL, a lei atual impõe um mínimo de vegetação  nativa em todas as propriedades: de 20% do tamanho dos imóveis situados  em áreas de Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Pampas e, na  Amazônia Legal, 35% nas áreas de Cerrado e 80% nas de floresta. Quem não  tem a área preservada precisa recuperar espécies nativas ou compensar a  falta de reserva no imóvel com o arrendamento de outra área preservada  situada na mesma bacia hidrográfica.</p>
<p>Com a nova proposta, as propriedades com até quatro módulos fiscais  (20 a 440 hectares, dependendo da região do país) não precisam recuperar  a área caso o desmatamento tenha ocorrido até a promulgação da lei. Nas  demais propriedades será preciso recuperar a vegetação, mas o cálculo  não será feito com base na área total do imóvel: a base de cálculo é a  área que exceder quatro módulos fiscais.</p>
<p>Além disso, as compensações poderão ser feitas com áreas situadas a  milhares de quilômetros da propriedade, desde que no mesmo bioma. O  proprietário terá também a opção de fazer a compensação em dinheiro, com  doação a um fundo para regularização de unidades de conservação.</p>
<p>“Como mais de 90% dos imóveis rurais têm até quatro módulos fiscais,  boa parte deles concentrados no Sul e Sudeste, haverá grandes áreas do  país em que simplesmente não haverá mais vegetação nativa, pois são  essas áreas também que abrigam o maior número de APPs com ocupação  ‘consolidada’. Há ainda um grande risco de que propriedades maiores  sejam artificialmente divididas nos cartórios para serem isentas da  obrigação de recuperação – algo que já está ocorrendo”, destacou Joly.</p>
<p>A proposta de reformulação proíbe a fragmentação das propriedades.  Mas, segundo Joly, a fiscalização e coibição é extremamente difícil e,  por isso, a anistia não ficará restrita às pequenas propriedades. “Os  poucos que forem obrigados a recompor áreas desmatadas poderão fazer  isso com espécies exóticas em até metade da propriedade, ou optar por  arrendar terras baratas em locais distantes, dificultando a  fiscalização”, disse.</p>
<p><strong>Desproteção e impacto nas águas </strong></p>
<p>Ricardo Ribeiro Rodrigues, que coordenou o programa Biota-FAPESP de  2004 a 2008, criticou o principal argumento para a defesa da reforma do  Código Florestal: a alegação de que não existe mais área disponível para  expansão da agricultura brasileira.</p>
<p>“O principal erro desse código novo é que ele não considera as áreas  que foram disponibilizadas para a agricultura historicamente, mas que  são de baixa aptidão agrícola e por isso são subutilizadas hoje, sem  papel ambiental e com baixo rendimento econômico, como os pastos em alta  declividade”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, o entorno das rodovias Dutra e D. Pedro, na região da  Serra da Mantiqueira e Serra do Mar, são exemplos de áreas de uso  agrícola inadequado que poderiam ser revertidas para florestas nativas,  para compensação de RL de fazendas com elevada aptidão agrícola. “Se  isso não for feito, essas áreas continuarão sendo mal utilizadas.  Podemos encontrar exemplos semelhantes em todo o território brasileiro”,  disse.</p>
<p>Outro impacto negativo da proposta de modificação do Código para a  restauração, segundo Rodrigues, é a anistia proposta para as APPs  irregulares. “Quem degradou as APPs não vai precisar recuperar e, pior,  poderá continuar usando a área desmatada. Quem preservou vai ser  punido”, explicou.</p>
<p>Segundo ele, um inventário produzido pelo Biota-FAPESP este ano  mostra que mais de 70% dos remanescentes florestais no Brasil estão fora  das Unidades de Conservação e se localizam em propriedades privadas.  “Se não tivermos mecanismos legais para a conservação dessas áreas –  como a RL e APP do código atual – elas vão ser degradadas depois da  moratória de cinco anos determinada na proposta de alteração do Código”,  afirmou.</p>
<p>A reformulação do Código Florestal deverá diminuir a eficiência dos  mecanismos legais de proteção ambiental. Uma das consequências mais  graves será o impacto na qualidade da água. De acordo com José Galizia  Tundisi, do Instituto Internacional de Ecologia, de São Carlos (SP), com  o solo mais exposto, haverá um aumento da erosão e do assoreamento de  corpos d’água, além da contaminação de rios com fertilizantes e  agrotóxicos.</p>
<p>“A preservação de mosaicos de vegetação, florestas ripárias – ou  matas ciliares – e de áreas alagadas é fundamental para a manutenção da  qualidade da água de rios, lagos e represas. Essa vegetação garante a  capacidade dos sistemas para regular o transporte de nutrientes e o  escoamento de metais e poluentes. Esses processos atingem tanto as águas  superficiais como as subterrâneas”, disse à<strong> </strong><strong>Agência FAPESP</strong>.</p>
<p>O processo de recarga dos aquíferos, segundo Tundisi, também depende  muito da cobertura vegetal. A vegetação retém a água que,  posteriormente, é absorvida pelos corpos d’água subterrâneos. Com o  desmatamento, essa água escoa e os aquíferos secam.</p>
<p>Tundisi criticou também a diminuição da delimitação das áreas  preservadas em torno de rios. “Essa delimitação de faixas marginais é  sempre artificial, seja qual for a metragem. Não é possível estabelecer  de forma geral uma área de preservação de 15 metros dos dois lados do  leito dos rios. Seria preciso delimitar caso a caso, porque a  necessidade de preservação varia de acordo com a ecologia do entorno e  os padrões de inundação do sistema. A delimitação deve ter caráter  ecológico e não se basear em metragens”, ressaltou.</p>
<p>A modificação na legislação, para Tundisi, vai na contramão das  necessidades de preservação ambiental. “Seria preciso preservar o máximo  possível as bacias hidrográficas. Mas o projeto prevê até mesmo o  cultivo em várzeas, o que é um desastre completo. Enquanto existem  movimentos mundiais para a preservação de várzeas, nós corremos o risco  de ir na contramão”, afirmou.</p>
<p>Para Tundisi, com o impacto que provocará nos corpos d’água, a  aprovação da modificação no Código Florestal prejudicará gravemente o  próprio agronegócio. “Se não mantivermos as áreas de proteção, a  qualidade da água será afetada e não haverá disponibildade de recursos  hídricos para o agronegócio. Fazer um projeto de expansão do agronegócio  às custas da biodiversidade é uma atitude suicida”, disse.</p>
<p>A agricultura deverá ser prejudicada também com o aumento do preço da  água. “Trata-se de algo cientificamente consolidado: o custo do  tratamento da água aumenta à medida que diminui a proteção aos  mananciais”, disse o cientista. <strong></strong></p>
<p><strong></strong><strong>Argumentação desmontada</strong></p>
<p>Luiz Antonio Martinelli, pesquisador do Cena-USP e professor  convidado da Universidade de Stanford, afirma que o Código Florestal,  criado em 1965, de fato tem pontos que necessitam de revisão, em  especial no que diz respeito aos pequenos agricultores, cujas  propriedades eventualmente são pequenas demais para comportar a presença  das APPs e a RL.</p>
<p>“Mas, qualquer que seja a reformulação, ela deve ter uma base  científica sólida. Essa foi a grande falha da modificação proposta, que  teve o objetivo político específico de destruir ‘empecilhos’ ambientais à  expansão da fronteira agrícola a qualquer custo”, disse Martinelli.</p>
<p>Segundo ele, o argumento central da proposta de reformulação foi  construído a partir de um “relatório cientificamente incorreto  encomendado diretamente pelo Ministério da Agricultura a um pesquisador  ligado a uma instituição brasileira de pesquisa”.</p>
<p>“O relatório concluía que não haveria área suficiente para a expansão  agrícola no país, caso a legislação ambiental vigente fosse cumprida ao  pé da letra. O documento, no entanto, foi produzido de forma tão  errônea que alguns pesquisadores envolvidos em sua elaboração se negaram  a assiná-lo”, apontou.</p>
<p>O principal argumento para as reformas, segundo o pesquisador,  baseia-se na alegação de que há um estrangulamento da expansão de terras  agrícolas, supostamente bloqueado pelas APPs e RL. Para os proponentes  da mudança, esses mecanismos de proteção ambiental tornam a legislação  atual excessivamente rigorosa, bloqueando o avanço do agronegócio. Esse  bloqueio, no entanto, não existe, afirma. “A falácia desse argumento foi  cientificamente desmontada.”</p>
<p>Martinelli cita estudo coordenado por Gerd Sparovek, pesquisador da  Esalq-USP, que usou sensoriamento remoto para concluir que a área  cultivada no Brasil poderá ser praticamente dobrada se as áreas hoje  ocupadas com pecuária de baixa produtividade forem realocadas para o  cultivo agrícola.</p>
<p>“Melhorando a eficiência da pecuária em outras áreas por meio de  técnicas já conhecidas, não há qualquer necessidade de avançar sobre a  vegetação natural protegida pelo Código Florestal atual”, disse.</p>
<p>As pastagens ocupam hoje, segundo Martinelli, cerca de 200 milhões de  hectares, com aproximadamente 190 milhões de cabeças de gado. “Caso  dobremos a lotação de uma para duas cabeças de gado, liberamos cerca de  100 milhões de hectares. A área ocupada pelas três maiores culturas –  soja, milho e cana – cobrem uma área aproximada de 45 milhões de  hectares. Portanto, com medidas simples de manejo poderemos devolver  para a agricultura uma área equivalente ao dobro ocupado pelas três  maiores culturas brasileiras”, afirmou.</p>
<p>A operação não seria tão simples, segundo o pesquisador, já que  envolve questões de preço da terra e mercado agrícola, por exemplo. Mas a  aproximação dá uma ideia de como é possível gerar terras  agriculturáveis sem derrubar nenhuma árvore.</p>
<p>Para o pesquisador do Cena-USP, a maior parte das reformulações  propostas tem o único propósito de aumentar a área agrícola a baixo  custo. “O mais paradoxal é que as mudanças beneficiam muito mais os  proprietários de grandes extensões de terra do que pequenos produtores”,  disse.</p>
<p>Martinelli afirmou ainda que não acredita que as mudanças no Código  Florestal  possam beneficiar o desenvolvimento da produção de alimentos  no Brasil. Segundo ele, se houvesse preocupação real com a produção de  alimentos, o governo deveria ampliar e facilitar o crédito ao pequenos  produtores, investir em infraestrutura – como estradas e armazenamento –  para auxiliar o escoamento desses produtos e, principalmente, investir  maciçamente em pesquisas que beneficiassem essas culturas visando a  aumentar sua produtividade.</p>
<p>“Quem sabe com um aumento considerável na produtividade pequenos  agricultores pudessem manter suas áreas de preservação permanente e suas  áreas de reserva legal, gerando vários serviços ambientais que são  fundamentais para a agricultura”, disse.</p>
<p><strong></strong><strong>Novos debates</strong></p>
<p>No dia 7 de julho, a SBPC reuniu em sua sede em São Paulo um grupo de  cientistas ligados à temática do meio ambiente para iniciar uma análise  aprofundada sobre o assunto, do ponto de vista econômico, ambiental e  científico.</p>
<p>O evento teve a participação de Raupp, Ab’Sáber, Joly, Martinelli,  Rodrigues, além de Ladislau Skorupa, da Empresa Brasileira de Pesquisa  Agropecuária (Embrapa), Carlos Afonso Nobre, do Instituto Nacional de  Pesquisas Espaciais (Inpe), e João de Deus Medeiros, do Ministério do  Meio Ambiente (MMA).</p>
<p>Os cientistas formaram um grupo de trabalho para emitir pareceres  sobre as mudanças do Código Florestal. Na Reunião Anual da SBPC, que  será realizada em Natal (RN) entre 25 e 30 de julho, uma mesa-redonda  discutirá o tema.</p>
<p>Outra reunião, prevista para a segunda quinzena de agosto, deverá  sistematizar todas as sugestões do grupo em um documento a ser divulgado  nos meios de comunicação e encaminhado aos congressistas.</p>
<p>No dia 3 de agosto, o programa BIOTA-FAPESP realizará o evento  técnico-científico &#8220;Impactos potenciais das alterações do Código  Florestal Brasileiro na biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos&#8221;.  Na oportunidade, especialistas farão uma avaliação dos possíveis  impactos que as alterações do Código terão sobre grupos taxonômicos  específicos (vertebrados e alguns grupos de invertebrados), bem como em  termos de formações (Mata Atlântica e Cerrado) e de serviços  ecossistêmicos (como ciclos biogeoquímicos e manutenção de populações de  polinizadores). Além de reforçar a base cientifica sobre a importância  das APP e de RL para conservação da biodiversidade, o evento visa a  subsidiar a ABC e a SBPC no posicionamento sobre essa temática.</p>
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		<title>Professores apresentam o curso de EAU para os ingressantes</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 00:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Reuniões]]></category>

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		<description><![CDATA[As professoras Silvana Zioni, Cláudia Paiva e Diana Hamburger apresentaram aos ingressantes hoje, das 16h00 às 17h30, o curso de Engenharia Ambiental e Urbana. Foram comentadas as diversas áreas de atuação, as problemáticas com as quais iremos lidar, além da grade curricular do curso. Ainda, o GEAU esteve presente através dos alunos Hélio Santos e ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As professoras Silvana Zioni, Cláudia Paiva e Diana Hamburger apresentaram aos ingressantes hoje, das 16h00 às 17h30, o curso de Engenharia Ambiental e Urbana. Foram comentadas as diversas áreas de atuação, as problemáticas com as quais iremos lidar, além da grade curricular do curso.</p>
<p>Ainda, o GEAU esteve presente através dos alunos Hélio Santos e José Filipe Lyra, que apresentaram o grupo e divulgaram a I Jornada de Engenharia Ambiental e Urbana, a ser realizada nos dias 08, 09 e 10 de junho.</p>
<p>A participação dos ingressantes foi positiva e grande, com mais de 80 pessoas.</p>
<p>Como parte da apresentação, foram comentados alguns vídeos que estarão disponíveis aqui no GEAU! Confira abaixo!!!</p>
<h3>São Paulo</h3>
<p>[video, ~15”, produção 1943]</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/edNrdMmiyWU" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/edNrdMmiyWU"></embed></object></span></p>
<p>Filme patrocinado pelo U. S. Office, divisão de Assuntos Interamericanos, para promover relações amistosas com os países da América do Sul, pouco antes entrada dos USA na Segunda Guerra Mundial. Mostra aspectos históricos e condicionantes ambientais da incipiente metrópole de São Paulo, enaltecendo suas condições excepcionais para o desenvolvimento.</p>
<h3>Sobre rios e córregos</h3>
<p>[vídeo ~6”, produção 2009]</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/wGiByaW4plU" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/wGiByaW4plU"></embed></object></span></p>
<p>Video de Camilo Tavares. Sobre Rios e Córregos trata dos problemas decorrentes da equivocada ocupação do solo da cidade de São Paulo, responsáveis por enchentes ocorridas na grande metrópole.</p>
<h3>Passageiro Sardinha</h3>
<p>[vídeo ~1”, produção 2009]</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sNADSjz77v0&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/sNADSjz77v0&amp;feature"></embed></object></span></p>
<p>Intervenções artísticas no metrô de São Paulo.</p>
<h3>A Luta pelo transporte em São Paulo</h3>
<p>[filme ~10”, produção 1952]</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/shQSWIumUU8" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/shQSWIumUU8"></embed></object></span></p>
<p>Aspectos problemáticos dos transportes em São Paulo, a cidade que mais crescia no mundo, antes da instalação da indústria automobilística no Brasil, a cidade que mais crescia no mundo. Filme promocional das atividades da CMTC &#8211; Companhia Municipal de Transportes Coletivos. Direção de Jean Manzon.</p>
<h3>Ilha das Flores</h3>
<p>[filme, ~20”, produção 1989]</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.4shared.com/file/17568056/d6daa1e9/Ilha_das_Flores.html" target="_blank">http://www.4shared.com/file/17568056/d6daa1e9/Ilha_das_Flores.html</a></span></p>
<p>Apresenta as condições de vida urbana a partir da trajetória de um tomate desde o plantio até seu destino final num lixão, misturando informações científicas humor. Destaca o comportamento individual de diversos agentes sociais e econômicos – produtor agrícola, comerciante, consumidor, servidor público – e os processos de consumo, produção de lixo e reciclagem – indicando os desastrosos resultados enquanto sistema econômico, ambiental e urbano contemporâneo.</p>
<h3>Margens</h3>
<p>[vídeo em 3 partes, ~15”, produção 1997/1998]</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sWJ5TeMiCL0&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/sWJ5TeMiCL0&amp;feature"></embed></object></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mZG4RVBk1jE&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/mZG4RVBk1jE&amp;feature"></embed></object></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ejCXLq_wo0s&amp;NR" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/ejCXLq_wo0s&amp;NR"></embed></object></span></p>
<p>Documentário produzido em 1997/1998 sobre a ocupação e problemáticas encontradas na formação de bairros em áreas de Mananciais (Nesse caso, Jd Monte Verde e Jd Prainha, na região do Grajaú/SP). O registro é fruto de uma pesquisa de campo feita por alunos e professor da Escola Clarina Amaral, tendo como foco as questões sociais e ambientais, procurando desmistificar alguns preconceitos sobre as populações que residem nessas áreas e demonstrar seu cotidiano.</p>
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		<title>Inscrições de trabalho para a I JEAU foram prorrogadas!</title>
		<link>http://geau.ufabc.net/posts/inscricoes-de-trabalho-para-a-i-jeau-foram-prorrogadas/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 03:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[As inscrições de trabalhos para a I Jornada de Engenharia Ambiental e Urbana foram prorrogadas para até o dia 18 de maio! Caso tenha interesse em participar e ainda não enviou seu trabalho, preencha o formulário disponível no site oficial da I JEAU e envie o resumo de seu trabalho! Esperamos sua participação no evento!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geau.ufabc.net/wp-content/uploads/2010/05/imagem_jeau.png"><img class="size-thumbnail wp-image-218  alignleft" title="Fotos do Cartaz da I JEAU" src="http://geau.ufabc.net/wp-content/uploads/2010/05/imagem_jeau-150x150.png" alt="Fotos do Cartaz da I JEAU" width="150" height="150" /></a></p>
<p>As inscrições de trabalhos para a I Jornada de Engenharia Ambiental e Urbana foram prorrogadas para até o dia 18 de maio!</p>
<p>Caso tenha interesse em participar e ainda não enviou seu trabalho, preencha o <a href="http://geau.ufabc.net/jeau/inscreva-se/pesquisadores/" target="_blank">formulário</a> disponível no site oficial da I JEAU e envie o resumo de seu trabalho!</p>
<p>Esperamos sua participação no evento!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fim de inscrições para ônibus para Forum de Comunicação e Sustentabilidade</title>
		<link>http://geau.ufabc.net/posts/fim-de-inscricoes-para-onibus-para-forum-de-comunicacao-e-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 14:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[As inscrições para utilizar o ônibus da Universidade para ir ao III Forum de Comunicação e Sustentabilidade (a ser realizado no Rio) acabaram. Se alguém ainda tiver interesse e quiser ficar na lista de espera, envie um email para contato_forum@geau.ufabc.net com seu nome completo, telefone para contato, e-mail, RG, RA e interesse em se hospedar ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições para utilizar o ônibus da Universidade para ir ao III Forum de Comunicação e Sustentabilidade (a ser realizado no Rio) acabaram.</p>
<p>Se alguém ainda tiver interesse e quiser ficar na lista de espera, envie um email para <span style="color: #99cc00;">contato_forum@geau.ufabc.net</span> com seu nome completo, telefone para contato, e-mail, RG, RA e interesse em se hospedar no albergue/hostel com o grupo.</p>
<p>Para quem se inscreveu e ficará no hostel, não esqueçam de pagar a taxa de R$ 35,00 para a reserva. Caso não pagarem, a vaga do ônibus passa para o próximo da lista. Podem pagar para Adriane (<span style="color: #99cc00;">adrianeangel@msn.com</span>), Hélio (<span style="color: #99cc00;">helio.ufabc@gmail.com</span>) ou José Filipe (<span style="color: #99cc00;">jose.lyra@ufabc.edu.br</span>) até o dia 10 de maio (segunda-feira próxima).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade</title>
		<link>http://geau.ufabc.net/posts/forum-internacional-de-comunicacao-e-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 00:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ocorrerá entre os dias 19 e 20 de maio de 2010 o III Forum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro. Como muitos já sabem, o GEAU está organizando uma turma para ir até lá. Devido a problemas no site, o formulário não estava funcionando antes. Acessem a ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ocorrerá entre os dias 19 e 20 de maio de 2010 o III Forum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Como muitos já sabem, o GEAU está organizando uma turma para ir até lá. Devido a problemas no site, o formulário não estava funcionando antes.</p>
<p>Acessem a página <a href="http://geau.ufabc.net/eventos/viagens/viagem-para-iii-forum-internacional-de-comunicacao-e-sustentabilidade/" target="_blank">http://geau.ufabc.net/eventos/viagens/viagem-para-iii-forum-internacional-de-comunicacao-e-sustentabilidade/</a></p>
<p>Para aqueles que irão, não esqueçam de também se inscrever no Fórum, através do link <a href="Para aqueles que irão, não esqueçam de também se inscrever no Fórum, através do link http://comunicacaoesustentabilidade.com/2010/inscricao?lang=port" target="_blank">http://comunicacaoesustentabilidade.com/2010/inscricao?lang=port</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>IPT abre vagas de estágio (inscrições até dia 22 de abril)</title>
		<link>http://geau.ufabc.net/posts/ipt-abre-vagas-de-estagio-inscricoes-ate-dia-22-de-abril/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 15:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estágio]]></category>

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		<description><![CDATA[Termina na quinta-feira (22/4) o prazo para inscrições do processo seletivo para estágio no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). São 37 vagas de estágio remunerado para estudantes de cursos superiores e de nível técnico de diversas áreas profissionais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Termina na quinta-feira (22/4) o prazo para inscrições do processo seletivo para estágio no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). São 37 vagas de estágio remunerado para estudantes de cursos superiores e de nível técnico de diversas áreas profissionais (dentre as vagas, uma para Engenharia Ambiental).</p>
<p style="text-align: justify;">As vagas fazem parte do programa IPT Novos Talentos, que busca criar oportunidades para os estudantes terem contato com situações profissionais. Os estágios serão realizados na sede do IPT, no campus da Cidade Universitária, em São Paulo. No ato da contratação, os candidatos devem estar matriculados regularmente, entre o segundo e o quinto ano de seus cursos.</p>
<p style="text-align: justify;">As inscrições devem ser feitas por meio da internet. O processo seletivo será realizado em duas etapas: conhecimentos específicos e entrevista técnica. O conteúdo programático das avaliações obedecerá à grade curricular, determinada pelo Ministério da Educação (MEC), do curso em formação.  Os selecionados receberão bolsa-auxílio calculada por hora contratada com a área e terão direito aos benefícios de seguro contra acidentes pessoais, restaurante próprio do IPT, transporte em ônibus fretado ou auxílio-transporte, assistência médica ambulatorial, creche e recesso remunerado de 30 dias, no caso de contrato igual ou superior a 12 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações e inscrições: <a href="http://www.ipt.br/trabalhe/estagio" target="_blank">www.ipt.br/trabalhe/estagio</a></p>
]]></content:encoded>
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